Diagnóstico
A precisão nos exames é o que define o sucesso do tratamento:
- Ressonância Magnética (RM) com Contraste: É o exame essencial. O contraste ajuda a diferenciar o tumor do tecido inflamado ou de cistos.
- Tomografia Computadorizada: Importante para avaliar o quanto o osso da vértebra foi destruído ou afetado.
- Biópsia: Em muitos casos, é necessário colher uma pequena amostra do tumor para identificar exatamente o tipo de célula e guiar o tratamento.
Opções de Tratamento
O tratamento é personalizado e, muitas vezes, multidisciplinar (envolvendo o neurocirurgião, o oncologista e o radioterapeuta).
- Microcirurgia: No caso de tumores intramedulares e muitos tumores ósseos primários, o objetivo é a remoção máxima possível do tumor com a preservação total das funções neurológicas, utilizando microscópios e monitorização dos nervos em tempo real.
- Estabilização (Artrodese): Se o tumor destruiu parte da vértebra, realizamos a fixação com parafusos e hastes para evitar que a coluna colapse.
- Descompressão: Cirurgia para “abrir espaço” para a medula, aliviando a dor e prevenindo a paralisia.
- Radioterapia e Quimioterapia: Frequentemente utilizadas como complemento, especialmente em casos de metástases.
O diagnóstico de um tumor na coluna é desafiador, mas as técnicas de microcirurgia e os novos tratamentos oncológicos permitem hoje oferecer grandes chances de controle da doença e manutenção da qualidade de vida.